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sábado, 15 de janeiro de 2011

Um deslize, uma vida

Um minuto de atenção, por favor! Peço que não deixem de ler este post, faço este pedido em nome de colegas que não estão mais entre nós devido ao descuido de alguém. Este post é de suma importância para quem é engenheiro, ou mesmo, trabalha em áreas que envolvam algum risco, mesmo que pequeno.

Resolvi escrever um post falando sobre Segurança, inspirado em um triste acontecimento que aconteceu ano passado, quando um colega engenheiro químico nos deixou por um deslize de alguém. Em conversas com várias pessoas percebi que descuidos são comuns em muitas empresas grandes e pequenas. Suas causas na maioria dos casos é a indiferença ou a desinformação de alguma norma, especifícação ou cuidado necessário para efetuar certa atividade. Acontecem ainda casos de plantas mal projetadas, falha na manutenção e casos adversos que o bom senso e o zelo pela vida podem fazer a diferença.

Ao entrar em uma empresa, pensem em primeiro lugar na Segurança, independente se é uma indústria com normas rígidas ou sem normas, começe dando o exemplo, utilizando os EPI's ( proteções individuais) necessários e realizando apenas atividades que você se sinta seguro em realizar. Não hesite em dizer que não se sente seguro porque você acabou de entrar na empresa, você pode estar contribuindo para uma melhoria do processo e para melhores condições de trabalho, você pode estar salvando uma vida com sua atitude. 

A internet em números em 2010

 OSite da revista  Época Negócios publicou uma reportagem nod dia 14, sobre a quantidade de contas em redes sociais e de conteúdo na Web, o impressionante é comparar 2009 e 2010. No último ano a internet e o fenômeno de redes sociais cresceram monstruosamente, confira alguns números:

255 milhões – número de websites ao final de dezembro
21,4 milhões – número de sites criados em 2010


600 milhões – pessoas com contas no Facebook ao final de 2010
250 milhões – novos usuários do Facebook em 2010

2 bilhões – número de vídeos assistidos por dia no You Tube
35 – horas de vídeo enviadas para o You Tube a cada minuto

Para ver mais números acess a reportagem completa da Época Negócios!:


A internet em números em 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

As melhores Universidades - Ranking da da Times Higher Education

, Como era esperado, o EUA ganhou a primeira posição no Ranking Mundial de Universidades 2010-11 da Times Higher Education, compondo 15 das 20 melhores Universidades do mundo. Encabeçando a lista está a Universidade de Havard. 

Em relação as Universidades da América Latina a USP foi a primeira colocada, ocupando a 232ª posição no ranking geral. A UNICAMP não ficou muito atrás, ocupando a  248ª e mostrando a força dessas duas universidades no cenário acadêmico mundial.


Os critérios levados em conta nesta pesquisa são: Citações (32,5%), Ensino (30%), Investigação (30%), Internacionalização (5%) e Inovação (2,5%). Isto mostra que a Universidade é encarada principalmente como um ambiente de pesquisa.

Para aqueles que vão ingressar em Universidades como alunos, cujo objetivo é se preparar para o mercado de trabalho, só resta esperar que o meio acadêmico veja a importância do ensino, da transferência de tecnologia para sociedade e prepare melhor para o mercado. Espera-se uma Universidade que dê para o Ensino a mesma importância que da para a Pesquisa e para Extensão, equilibrando os 3 pilares que seguem.


Para ver mais Universidades do Ranking e ver um mapa de onde estão as melhores Universidades, acessem o portal da Folha.


Projeto dá 20 anos de isenção de impostos a empresa que não poluir

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6729/10, do deputado Indio da Costa (DEM-RJ), que pretende incentivar o setor produtivo a adotar processos ambientalmente adequados. Para tanto, a proposta isenta dos tributos federais, de imediato, e por 20 anos, as empresas que os adotarem.

Pelo projeto, 20% dos tributos economizados pelas empresas serão utilizados, pela própria empresa, para conscientizar seus funcionários e familiares, comunidades do entorno, ou ainda alunos de escolas públicas, ensinando como produzir de forma sustentável para a economia verde, "sem comprometer o meio ambiente para gerações futuras". Após os 20 anos de isenção, a cobrança dos tributos será feita progressivamente.

Tarefa gigantesca

Segundo o deputado, fazer com que industriais, comerciantes e consumidores se conscientizem da urgência dessas ações é uma tarefa gigantesca. "Os legisladores devem estar à frente desta questão criando leis que imponham novas formas de produção", receita.

O projeto, destaca Indio da Costa, incentiva a indústria e o comércio a adotarem processos limpos em sua produção e descarte. "As mudanças climáticas e o aquecimento global são uma realidade que não pode aguardar longas discussões; vários estados brasileiros já sofrem os efeitos, como deslizamentos, chuvas violentas e inundações que afetam grandes centros populacionais", alerta. Segundo o deputado, a aprovação da proposta é, portanto, de indubitável urgência.

"O modelo industrial baseado no consumo de combustíveis fósseis, inicialmente carvão e posteriormente derivados de petróleo, se expandiu e se consolidou no mundo e no Brasil nos últimos cem anos", lembra o parlamentar. Ele sublinha que esse modelo resultou em bilhões de toneladas de resíduos e emissões, principalmente as de dióxido de carbono, que, acrescidas das emissões de metano e outro gases, acabaram por "colocar em cheque o próprio modelo, o planeta e a civilização".

Tramitação

Sujeito a análise em caráter conclusivo, o projeto foi  apensado ao PL 3470/08, do deputado Dr. Talmir (PV-SP), que institui o Programa Empresa Consciente, com dedução do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) de gastos com projetos ecológicos, e já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. As propostas ainda serão analisadas pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Braskem inaugura sua primeira fábrica de eteno a partir de etanol

A Braskem inaugurou no dia 24 de setembro, em Triunfo (RS), sua primeira fábrica produtora de eteno feito a partir de etanol de cana-de-açúcar com tecnologia desenvolvida pela empresa; e já anunciou que estuda implantar empreendimentos semelhantes no exterior. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na inauguração. A fábrica vai produzir 200 mil toneladas de eteno "verde" por ano. As obras se iniciaram em abril de 2009 e terminaram em agosto de 2010. A planta já está operando com capacidade plena e entregará o polietileno, feito a partir do eteno, a partir de outubro. Cerca de 75% da produção já está contratada, sendo que em torno de 85% desse volume será destinado às exportações. Em vez do petróleo usado no processo tradicional, a empresa desenvolveu tecnologia para usar o etanol produzido de cana-de-açúcar. O álcool é transformado em eteno, e este em polietileno, plástico usado em sacolas de supermercados, frascos de produtos de higiene e beleza, embalagens de alimentos, entre outros produtos. 


    Segundo Bernardo Gradin, presidente da Braskem, a companhia estuda a possibilidade de uma nova fábrica no Brasil e negocia projetos semelhantes em outros quatro países, na Europa, América e Ásia. O executivo explicou que as unidades poderão ser construídas no exterior mesmo que a matéria-prima de abastecimento, o etanol, seja fornecido pelo Brasil. A Braskem investiu R$ 500 milhões no projeto, com recursos próprios e empréstimos. Gradin disse ainda que a demanda pelo produto já supera três vezes a capacidade da planta. Entre os clientes do plástico verde citados pela fabricante estão empresas como a Tetra Pak, Shiseido, Natura, Acinplas, Johnson & Johnson e Procter & Gamble. Por enquanto, a unidade será abastecida por 462 milhões de litros de etanol por ano adquiridos em São Paulo, Minas Gerais e Paraná e transportados por navios, trens e caminhões ao Rio Grande do Sul. O estado gaúcho não planta cana-de-açúcar e foi alvo de polêmica na elaboração do zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar, feito pela Embrapa e concluído em 2009, pois os estudos inicialmente identificaram o Estado como inadequado, principalmente por causa do clima mais frio, não favorável ao cultivo.

    Na versão final, o RS acabou tendo áreas consideradas aptas pelo zoneamento. A decisão do zoneamento é importante porque os órgãos financiadores públicos não podem emprestar recursos e o governo não pode subsidiar produtores instalados em áreas consideradas não aptas ao cultivo. Pesquisadores estão desenvolvendo variedades adaptadas ao solo e clima gaúchos.


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