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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Alemanha anunciou fim de suas centrais nucleares até 2022

Após o acidente da usina de Fukushima no Japão em 11 de março de 2011, muita discussão surgiu a respeito da segurança e do custo benefício acerca da energia nuclear. Movimentos anti-nuclear surgiram com força no mundo inteiro pregando o fim das usinas e de sua exploração.

Porém sabe-se que hoje a energia nuclear representa uma importante parcela da matriz energética de alguns países, sendo a principal estratégia de alguns governos para suprir a demanda energética para a população e o desenvolvimento econômico. Podemos citar nesse quadro a França, com cerca de 76,80% de sua matriz originária de usinas nucleares, assim como o EUA com quase 20% de participação desta forma de geração. Embora deva-se lembrar que a produção dos Estados Unidos representam cerca de 32% do total de energia nuclear produzida no mundo.¹

Com o acidente japonês causado pelo Terremoto e agravado pelo Tsunami que seguiu a catástrofe, alguns governos estão repensando seus programas nucleares. Pressionados pelos movimentos ambientalistas e anti-nucleares a discussão foi aberta, porém não se sabe até que ponto os governos estarão dispostos a mudar a estratégia de ampliação de infra-estrutura e oferta de energia. 

No final do mês de Maio, o governo alemão anunciou que irá encerrar suas centrais nucleares até 2022². Anteriormente, os planos eram que dos 17 reatores do país o último seria desativado em 2036, agora esta data foi adiantada em função das preocupações geradas com o acidente de Fukushima. 
Milhares de pessoas participaram de protestos no dia 28 de maio, em 21 cidades da Alemanha exigindo que o governo acelerasse o processo de abandono da energia nuclear.Reuters

A Alemanha adotará realmente a postura de encerrar seu programa energético nuclear? Segundo o ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Norbert Roettgen, a decisão é definitiva e não será revista no futuro próximo. O país tem uma participação significativa da energia nuclear em sua matriz, atingindo 25,90% de participação¹. Desta forma nunca se sabe as mudanças que de fato ocorrerão nesta década e as fontes que irão substituir a fonte nuclear de energia na Alemanha. 

A energia nuclear está agora nos olhos do mundo como vilã, mas um dia já foi consagrada como a salvação. Acredito que nos dias atuais o nível de compreensão da tecnologia nuclear amadureceu bastante e taxa-lo como ruim ou bom seria um grande equívoco. Será necessário avaliar caso a caso os prós e contras da energia nuclear, alinhando a disponibilidade de recursos energéticos dos países a uma diversificação da matriz energética. Só assim um julgamento adequado poderá ser feito para determinar o rumo das usinas nucleares.

No caso do Brasil, até agora não foi revisto o plano nuclear e ao que tudo indica as pressões populares não terão grandes sucessos em abrir amplamente esta discussão. Fica aberto o espaço de discussão sobre energia nuclear no Entropia Livre e até o próximo post!

¹ Fonte: Eletronuclear

             Por Bruno Firmino

quinta-feira, 17 de março de 2011

Comissão do Futuro

Miguel Nicolelis - Foto: Arquivo MCT
 O Ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Aloizio Mercadante, começou seu mandato com a criação da chamada Comissão do Futuro. Trata-se de uma comissão de estudos com o objetivo de traçar os rumos da ciência e inovação no país a longo prazo.


A Comissão, será formada por cientistas, educadores, filósofos e nomes de relevância mundial nos campos da ciência e do pensamento.


São 21 membros (veja lista abaixo), entre cientistas brasileiros e internacionais, presididos pelo neurocientista Miguel Nicolelis.

Nicolelis é um dos cientistas brasileiros de maior prestígio internacional e criticou duramente a indicação de Mercadante para o MCT em recente entrevista. Desde que tomou posse, aparentemente o Ministro tem feito todos os esforços para tentar se situar em uma área científica - sua agenda tem sido lotada com visitas a inúmeros centros de pesquisa ao redor do país.


"Faremos um relatório que será apresentado ao governo. Mas o objetivo da comissão será pensar e propor caminhos, metas e diretrizes de longo prazo para a ciência. Será algo inédito na história científica do Brasil", disse Nicolelis, por telefone. O neurocientista é professor da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA).

"Queremos discutir o futuro antes que o futuro nos discuta, antes que sejamos ultrapassados por ele", explicou Nicolelis. "A intenção é fazer as pessoas discutirem ciência neste país como discutem futebol," complementou.

Comissão do Futuro da Ciência Brasileira
  • Presidente: Miguel A. L. Nicolelis, Duke University e ELS-IINN
  • Alan Rudolph, Biólogo, International Neuroscience Foundation, EUA
  • Alexander Triebnigg, Médico, Presidente da Novartis, Brasil
  • Conceição Lemes, Jornalista, Brasil
  • Débora Calheiros, Pesquisadora, EMBRAPA, Brasil
  • Jon H. Kaas, Neurocientista, Vanderbilt University, US National Academy of Science, EUA
  • Luiz A. Baccalá, Engenheiro, Escola Politécnica, USP, Brasil
  • Luiz Belluzzo, Economista, Professor Emérito UNICAMP, Brasil
  • Mariano Sigman, Neurocientista, Universidade de Buenos Aires, Argentina
  • Marilena Chauí, Filósofa e Professora, USP, Brasil
  • Mariluce Moura, Jornalista, FAPESP, Brasil
  • Mauro Copelli, Físico, UPFE, Brasil
  • Patrick Aebischer, Neurocientista, Presidente da École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Suíça
  • Ricardo Abramovay, Cientista Político, FEA-USP, Brasil
  • Robert Bishop, Cientista Computacional, ex-CEO da Silicon Graphics, EUA
  • Ronald Cicurel, Matemático e Filósofo, Suíça
  • Selma Jerônimo, Médica-Pesquisadora, UFRN, Brasil
  • Stevens Rehens, Biólogo, UFRJ, Brasil
  • Thereza Brino, Educadora em Tecnologia da Informação, Brasil
  • Victor Nussenzweig, Médico, New York University, Brasil/EUA
  • William Feiereisen, Cientista Computacional, Intel, EUA
FONTE: Estadão

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Universidades - QS World University Rankings

A um tempo atrás postei um ranking das melhores Universidades do mundo segundo a Times Higher education. Naquele ranking encontramos s USP e a UNICAMP dentro das 300 melhores.

Outro ranking considerado é o publicado pela QS World University Rankings, este porém trabalha de forma mais segmentada por ramos de conhecimento.

Publicado em 2010, encontramos na categoria de engenharia e tecnologia quatro universidades brasileiras entre as top 300. Já na categoria de cinências naturais outras três aparecem na lista das 200 melhores.

Neste Ranking a UNICAMP ficou na frente na categoria engenharia e tecnologia, conseguindo a classificação de 168° lugar, em seguida ficou a Federal do Rio de Janeiro. Seguindo a estas duas Universidade temos a USP, alcançando a 177° posição do ranking com a Escola Politécnica. E por fim, a PUC fluminense é a quarta Universidade das melhores brasileiras na categoria.

A USP ganhou em relação as outras Universidades na categoria de artes e humanidades, seguida pela Unicamp. Na área de Medicina a USP se consagrou lider absoluta dentre as brasileiras no 139° posto.

No geral a USP ficou em 253° e a UNICAMP em 292°. A cada ano vemos um avanço nestas duas Univesidades e uma diferença menor entre elas.

Veja mais na reportagem publicada no Estadão ou no próprio site do QS World University Rankings.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A energia que move o Brasil


Itaipu

O Brasil consumiu em 2010 cerca de 419.016,0 GWh (gigawatt-hora) de energia elétrica. Energia que foi fator essencial para o crescimento econômico de cidades, indústrias, comércio e do país como um todo. Além disso, foram utilizados cerca de 118 bilhões de litros de derivados de petróleo que moveram motores e caldeiras, possibilitando maior desenvolvimento do nosso parque industrial e a locomoção de milhões de pessoas.

Consumo final por fonte no Brasil 2009 - BEN2010
Nós, brasileiros, consumimos muita energia no ano passado. Ainda assim, o país se destacou por possuir uma matriz de energia elétrica predominantemente renovável. Em contrapartida nossa frota de veículos tem crescido muito nos últimos anos, aumentando o consumo de combustíveis fósseis.
A matriz energética do Brasil com relação à eletricidade tem tomado um rumo controverso ao aumentar a oferta de energia não-renovável por meio das termoelétricas. Devemos ficar atentos às políticas de infra-estrutura nacional tomadas pelo governo, já que ações atuais irão impactar o país a longo prazo. Em relação ao rumo que o país está seguindo, revisões dos planos energéticos para as próximas décadas têm sido consideradas, retomando o estabelecimento de fontes renováveis de energia. Nesses planos existem a previsão da instauração de mais 4 usinas nucleares nos próximos 20 anos, além de usinas hidrelétricas em construção e planejadas.
Matriz de fontes de produtora de energia elétrica no Brasil 2009 - BEN2010

Quanto ao aumento da frota de veículos e do consumo de combustíveis fósseis, percebe-se que ao invés diminuir a frota ela só tem aumentado nos últimos anos, ainda faltam investimentos nos transportes públicos, uma política de tarifação abusiva e facilitações na compra de automóveis têm levado muitas pessoas a optarem pelo transporte individual.
Para as próximas décadas a matriz energética brasileira precisará mudar, aumentando a participação da energia nuclear e das energias renováveis. Para os combustíveis, alternativas como o biodiesel e o crescimento da utilização do álcool, assim como a possibilidade do carro elétrico e aumento das malhas ferroviárias e do sistema público de transporte.
No entanto, vê-se que apenas as vagarosas ações do governo não serão suficientes para deter o colapso energético e os impactos ambientais. Cabe uma reflexão a todos sobre o bom uso da energia e atitudes visando à redução de emissões de CO2, já que o desperdício chega a patamares assustadores. Cada um pode fazer a diferença.
Por Bruno Firmino

sábado, 15 de janeiro de 2011

A internet em números em 2010

 OSite da revista  Época Negócios publicou uma reportagem nod dia 14, sobre a quantidade de contas em redes sociais e de conteúdo na Web, o impressionante é comparar 2009 e 2010. No último ano a internet e o fenômeno de redes sociais cresceram monstruosamente, confira alguns números:

255 milhões – número de websites ao final de dezembro
21,4 milhões – número de sites criados em 2010


600 milhões – pessoas com contas no Facebook ao final de 2010
250 milhões – novos usuários do Facebook em 2010

2 bilhões – número de vídeos assistidos por dia no You Tube
35 – horas de vídeo enviadas para o You Tube a cada minuto

Para ver mais números acess a reportagem completa da Época Negócios!:


A internet em números em 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

As melhores Universidades - Ranking da da Times Higher Education

, Como era esperado, o EUA ganhou a primeira posição no Ranking Mundial de Universidades 2010-11 da Times Higher Education, compondo 15 das 20 melhores Universidades do mundo. Encabeçando a lista está a Universidade de Havard. 

Em relação as Universidades da América Latina a USP foi a primeira colocada, ocupando a 232ª posição no ranking geral. A UNICAMP não ficou muito atrás, ocupando a  248ª e mostrando a força dessas duas universidades no cenário acadêmico mundial.


Os critérios levados em conta nesta pesquisa são: Citações (32,5%), Ensino (30%), Investigação (30%), Internacionalização (5%) e Inovação (2,5%). Isto mostra que a Universidade é encarada principalmente como um ambiente de pesquisa.

Para aqueles que vão ingressar em Universidades como alunos, cujo objetivo é se preparar para o mercado de trabalho, só resta esperar que o meio acadêmico veja a importância do ensino, da transferência de tecnologia para sociedade e prepare melhor para o mercado. Espera-se uma Universidade que dê para o Ensino a mesma importância que da para a Pesquisa e para Extensão, equilibrando os 3 pilares que seguem.


Para ver mais Universidades do Ranking e ver um mapa de onde estão as melhores Universidades, acessem o portal da Folha.


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Medidas para contenção do vazamento de óleo do desastre no golfo do México

Nova operação contra vazamento de óleo começará em breve, dizem EUA

Recursos para as áreas afetadas devem triplicar, informou Casa Branca. Veja como funcionará a nova técnica para conter desastre ambiental.

A quantidade de óleo e gás que vaza do poço de petróleo no Golfo do México poderá aumentar em até 20% com o novo esforço que será feito para contê-lo, informou neste domingo (30) a Casa Branca.

O presidente Barack Obama discutiu com membros do governo as técnicas da British Petroleum (BP) para colocar máquinas no local onde a tubulação danificada será cortada. Um anel de contenção deve ser instalado e uma nova tubulação levará a maioria do óleo que sai para um navio-tanque.

"De acordo com a BP, o corte da tubulação começará na segunda ou terça-feira", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em uma declaração oficial.

O comandante da Guarda Costeira dos EUA, Thad Allen, disse que, conforme indicação de Obama, os recursos direcionados para a área afetada irão triplicar.

A BP alertou que o novo procedimento de contenção pode levar de quatro a sete dias, e mesmo assim seu sucesso não é garantido. Uma solução mais confiável, um poço de alívio já sendo perfurado, só será finalizada no início de agosto.

Isso significa que o óleo continua a vazar diariamente nas águas do golfo, alimentando uma enorme mancha fragmentada que já poluiu manguezais ricos em vida selvagem e pesca na Louisiana.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

COBEQ 2010 - XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química

O Congresso Brasileiro de Engenharia Química  (COBEQ) ocorrerá  de 19 a 22 de Setembro de 2010 em Foz do Iguaçu. O evento  é realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ) a cada 2 anos. É o principal congresso promovido pela ABEQ, constituindo-se no fórum nacional mais importante para o encontro dos diversos profissionais que atuam em Engenharia Química, tanto aqueles que se dedicam ao ensino e à pesquisa nas universidades, como aqueles que desenvolvem atividades profissionais na área industrial.

XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química – COBEQ 2010 terá uma organização conjunta entre o Departamento de Engenharia Química da UEM e Faculdade de Engenharia Química da UNICAMP. Neste Evento será realizado simultaneamente o 8 º Encontro Brasileiro de Adsorção – EBA2010 e o V Congresso Brasileiro de Termodinâmica Aplicada – V CBTermo.

Os Congressos acontecerão no Rafain Palace Hotel & Convention Center. É um hotel agradável e com excelente estrutura para congressos, convenções e outros tipos de eventos.

Acesse o site do Evento para maiores informações: COBEQ 2010
FONTE: COBEQ 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Fusão Shell-Cosan muda estratégia da Petrobras.


Notícia postada no Blog Ethanol Brasil
      
Diante da ofensiva de empresas estrangeiras como a anglo-holandesa Shell no mercado brasileiro de etanol, a Petrobras Biocombustível (PBio) vai dar uma guinada na estratégia de negócios a partir deste ano, com maior agressividade na política de aquisições.

Uma fonte da companhia, subsidiária da Petrobras para etanol e biodiesel, afirma que a estratégia de crescer por meio da construção de novas usinas foi deixada em segundo plano.

"A chegada de uma grande concorrente, e já na liderança, está nos levando a focar as aquisições", diz a fonte, um alto executivo da PBio que prefere não se identificar.

A Shell e a Cosan fecharam em janeiro parceria por meio da qual vão transferir para uma nova companhia seus ativos de produção de etanol e açúcar e de distribuição de combustíveis no país.

O negócio incomodou a Petrobras. Na semana passada em São Paulo, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli deixou claro que vai disputar espaço no setor com a construção e a aquisição de empresas.

Guinada

O anúncio fez a PBio mudar de estratégia por vários motivos. Basicamente, a empresa entende que precisa crescer rápido e tomando oportunidades de grandes concorrentes do setor de petróleo, que começam a entrar no etanol.

Além da Shell e da Petrobras, a British Petroleum (BP) também está presente na produção de álcool no Brasil, com 50% da Tropical Bioenergia.

Era das petroleiras

No mercado de açúcar e álcool, fala-se na "era das petroleiras", com a expectativa de que novos investimentos cheguem ao setor. "Os biocombustíveis estão para as petroleiras como a ala das baianas está para as escolas de samba: não tem nada a ver com o enredo, mas quem não investir perde pontos", compara o diretor do Itaú BBA, Alexandre Figliolino. O executivo trabalha com fusões e aquisições de usinas.

Diante dessas perspectivas, as aquisições permitirão à PBio um crescimento mais rápido do que a construção de novas usinas, que leva no mínimo dois anos. É muito tempo, considerando a diferença entre as participações que Petrobras e Shell detêm no setor.

O único ativo da Petrobras em etanol é 40% na usina Total, de Bambuí (MG), pelo qual a estatal pagou R$ 150 milhões em dezembro de 2009. A Total tem capacidade de produzir 100 milhões de litros de álcool por ano, e crescerá para 200 milhões com os recursos da PBio.

Já a Shell ficará com uma participação de 50% das usinas da Cosan, que produzem 2 bilhões de litros de etanol por ano.

Mercado externo

Além disso, a fusão Cosan-Shell também afeta diretamente a estratégia de crescimento orgânico da Petrobras Biocombustível. Isso porque o plano de negócios prevê que o foco da estatal nas aquisições de usinas é o mercado interno.

Já a construção de novos projetos estaria voltada ao mercado externo, em sociedade com tradings e compradores internacionais.

Mas a força da rede de distribuição de combustíveis da Shell no mundo dá à joint venture com a Cosan uma capacidade imbatível de desenvolver mercados mundiais de etanol. Ficar esperando por parceiros para construir usinas perdeu o sentido, segundo a fonte da PBio.

FONTE: Brasil Econômico

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CQC - Proteste Já! - TV desviada em Barueri

Este é um blog de Engenharia Química! Mas vou começar o mês de Abril postando sobre esta reportagem do CQC, que mostra o absurdo que ocorre todos os dias, pessoas que corrompem e degrinem a imagem do Brasil. Acredito que como blog de engenharia tenha o papel de mostrar vários aspectos da profissão e do profissional como membro da sociedade, assim, como sociedade não podemos permitir coisas desse tipo e devemos estar sempre vigilantes!!!!

Parabéns CQC pela reportagem! Com certeza o melhor "Proteste Já". Parabéns Rafinha Bastos e Danilo Gentilli, sem medo de mostrar as maças podres desse país, só desse jeito vamos muda-lo!

                                    

Esta é a primeria parte da reportagem que está disponível no youtube,  os links das próximas partes estão logo abaixo.
Parte1
http://www.youtube.com/watch?v=7kpHMPGGnH0
Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=Iapmy1sBm8I&NR=1
Parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=TcQBCO2QMkE
Parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=DpQmYj3CLKE
Parte 5
http://www.youtube.com/watch?v=4RN8aBHeHvg

Vejam os videos! Vale a pena!

domingo, 28 de março de 2010

Líquido que se trasforma em gel no estômago

Líquido se transforma em gel quando se mistura ao ácido do estômago. Ideia é colocar substância no leite, em iogurtes e até em refrigerantes.

Pesquisadores de em Birmingham, no interior da Inglaterra, conseguiram desenvolver um alimento que enche a barriga, mas não engorda. É um líquido que, ao entrar em contato com o ácido estomacal, se transforma instantaneamente gel. E enquanto esse gel não é absorvido pelo organismo, a pessoa não sente fome.

O produto, que ainda precisa passar por muitos testes antes de entrar no mercado, pode ser eficiente para quem sofre de obesidade - uma condição, que todo mundo sabe, pode levar a uma série de outros problemas de saúde.

O gel preenche o estômago, como se fosse alimento, e a pessoa se sente satisfeita até o gel se dissolver, o que leva entre seis e oito horas. Isso evita a fome nos intervalos entre as refeições principais - café da manhã, almoço e jantar - acabando com os lanchinhos fora de hora.

O chefe da equipe responsável pela pesquisa explica que o líquido que vira gel foi feito com produtos extraídos de cereais, verduras e frutas, tudo natural. O produto não só enche o estômago, mas alimenta.

"Isso vai revolucionar os tratamentos contra obesidade, e certamente acabar com a necessidade de intervenções cirúrgicas", afirma uma nutricionista que trabalha para o sistema nacional de saúde da Grã-Bretanha.

O gel deverá ser comercializado dentro três anos, mas não em estado puro. A ideia é que ele seja misturado ao leite, iogurtes e até refrigerantes - além de saudável, ele precisa ser saboroso.

Fonte: G1
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